
Afinal de contas o que é a tal da cientologia? Resposta simples e rápida. É uma seita que reune a ciencia e a própria religião. Como assim?!
Vamos recorrer a nossa enciclopédia livre a WIKIPEDIA...
A Cientologia é um sistema de crenças fundado em 1952 pelo autor de ficção cientifica L. Ron Hubbard (1911-1986 b. Tilden, Nebraska). A Cientologia foi oficializada em 1954. Esta religião baseia-se nos livros de Hubbard Dianética: A Moderna Ciencia da Saude Mental (1950), Dianética: A Evolução da Ciência e Ciência da Sobrevivência. Hubbard considerava a Dianética como uma subdisciplina da Cientologia.
Existem vários atores e atrizes que se ingressaram nessa religião, entre eles Tom Cruise, que dizem as más linguas ficou meio doidão após ser aceito nessa igreja.
Na Wikipedia ainda tem essa descrição da seita.
Os dogmas centrais da seita são baseados na crença de que uma pessoa é um ser espiritual imortal (referido como "thetan"), dotado de mente e corpo, ambos basicamente bons, que buscam a sobrevivência. A Cientologia assegura que a sobrevivência do homem depende de si mesmo, de outras pessoas e da sua interacção com a comunidade cósmica. Uma pessoa tem as suas limitações autodidactas, e seus actos nocivos podem ser atribuídos em parte a uma porção inconsciente da sua mente, chamada "mente reactiva" ou "barreira". Esta porção da mente, acredita-se, é utilizada para guardar eventos passados guardados no inconsciente, traumas físicos e emocionais, os quais podem ser reactivados por ocasião de stresses. A porção consciente da mente humana é referida como "mente analítica".
A prática principal da Cientologia e da Dianética é uma actividade conhecida como "audição" ou "audioria" (do inglês auditing), que procura levar um adepto a um estado de clareza, numa liberalidade das influências da mente reactiva. A prática é executada por um conselheiro chamado "ouvidor", que dirige uma série de perguntas ao interessado para entender e gravar as suas responsabilidades e conhecimentos adquiridos. O objetivo é capacitar o interessado a restabelecer o controle volitivo e de percepção do material previamente guardados na sua mente reactiva. A forma inicial do processo Dianético, ainda praticado hoje, envolve um cenário reminiscente da psicanálise freudiana, com o analisado deitado, recostado num sofá e num estado reflectivo chamado "devaneio dianético" enquanto o analista, sentado próximo, numa cadeira, toma notas, propondo perguntas e respostas sobre as declarações do analisado e um número "indicativo" fisiológico. Algumas formas avançadas de auditoria empregam um dispositivo chamado Eletropsicômetro de Hubbard ("E-Meter"). Esse dispositivo mede as trocas na resistência elétrica da pele do analisado, fazendo passar 1/2 volt através um par de tubos de chapa de zinco cheio de uma solução química, apoiados na pele para medir as ondas e gravá-las, enquanto se ouve o analisado. Estas trocas pequenas na resistência eléctrica, conhecida como resposta galvânica, são similares àquelas obtidas pelo polígrafo. Máquinas análogas são aceites por adeptos da igreja por serem mais seguras e sensíveis ao estado mental do analisado do que o fisiológico "Indica" da recente Dianética.
Outras atividades das igrejas da Cientologia são cultos aos domingos, aulas formais, batismos, casamentos e cerimônias religiosas. Também procuram e visitam um número básico de comunidades para actividades caritativas, como fornecimento de comida, combate ao uso de drogas e ao analfabetismo. A Cientologia alega que desde o início teve as suas crenças e práticas compatíveis com outras religiões. Alega também gozar de boas relações e reconhecimento com os cristãos, budistas e outras, por décadas, antes de ser formalmente reconhecida e isenta de taxas como organização religiosa e de caridade pelo governo dos EUA, em 1993, após uma longa batalha legal. Supostamente foi reconhecida, em 1994, pelo conselho dos Budistas Shinto (Yu-itsu-shinto) com sede no Japão, não só estendendo o reconhecimento oficial da Cientologia, mas tomando a si a tarefa de treinar inúmeros monges nas crenças e práticas adjuntas às meditações e orações. No entanto esta afirmação (como muitas das anteriores) tem credibilidade duvidosa e não foi confirmada até o momento por fontes externas à Cientologia. Seria supostamente uma ocorrência da tradição de algumas religiões orientais de assimilação ou adopção de elementos de outras crenças que se não contradigam directamente com os seus princípios. Alega-se que isto ocorreria devido à reflexão do facto de Hubbard reconhecer a força oriental e especificamente a influencia Budista na formação da sua própria filosofia.
Críticos da Cientologia apontam para a falta de base científica para o E-meter e outras práticas.Numa interessante, se bem que pouco, resposta contraditória, a igreja clama que a Cientologia é uma religião e não ciência não dando suporte a pesquisas científicas e diz que da mesma forma que o polígrafo usa a condutividade electrica da pele para indicar se estão sendo agradáveis as questões e respostas, pode ser um instrumento que mede resposta galvânicas. Também nos serviços gratuitos aos domingos, em leituras e semelhantes, membros são convidados para dar aulas, exercícios, sessões de conselhos, média de doações fixas sem obrigações, em alguns casos de milhares de dólares. Geralmente as altas expectativas de doações são para as mais avançadas atividades de iniciação. Críticos dizem que é impróprio fixar doações para serviços religiosos e portanto a atividade não é religiosa.A igreja diz que quase todas as classes de exercícios e aconselhamentos podem também ser comercializados de forma agradável ou executados cooperativamente por estudantes, sem custos, e que os membros mais devotados de uma ordem eclesiástica necessitam de donativos, não para serviços e sim de facto para suporte de toda a igreja. Outras práticas tais como dispensar a fixação de donativos pela Igreja católica ou fixação de dízimos com outras denominações são levantadas como evidencia de uma antiquada tradição religiosa de fixar donativos. Em muitos países, como a Alemanha estes donativos tornaram-se obrigatórios por acção do governo, como um imposto.
Críticos frequentemente atacam a organização chamada de "Igreja da Cientologia", acusando-a de "lavagem cerebral" e outras tácticas para influenciar membros para doar grandes quantidades de dinheiro em cultos práticos padronizados.Membros negam que este seja o caso e inúmeros líderes da comunidade psicológica publicaram trabalhos defendendo fortemente a validade da "lavagem cerebral" afirmado pelos relatos chamando-os de "cultos".
Enquanto os rumores de que Hubbard apostara com Robert A. Heinlein que ele iria criar uma religião seja certamente falso, outros reinvidicam que tinham conhecimento que durante 1949 Hubbard passou para outras pessoas as intruções que iniciariam um bom caminho para ganhar dinheiro. Escritor e editor Lloid Arthur Eshbach, por exemplo, refere-se a Hubbard dizendo "Vou criar uma religião. É o que dá dinheiro". O escritor Theodore Sturgeon refere que Hubbard fez similar afirmação na Sociedade de Ciência da Fantasia Los Angeles. A Igreja de Cientologia negava estas declarações e suplicara ao editor para negá-las. Membros diziam que a verdade ou a falsidade de tais alegações eram irrelevantes e asseguravam que na igreja encontrariam suas necessidades espirituais.
Muita gente acha que essa religião é o futuro... que loucura. Droid 2001
Vamos recorrer a nossa enciclopédia livre a WIKIPEDIA...
A Cientologia é um sistema de crenças fundado em 1952 pelo autor de ficção cientifica L. Ron Hubbard (1911-1986 b. Tilden, Nebraska). A Cientologia foi oficializada em 1954. Esta religião baseia-se nos livros de Hubbard Dianética: A Moderna Ciencia da Saude Mental (1950), Dianética: A Evolução da Ciência e Ciência da Sobrevivência. Hubbard considerava a Dianética como uma subdisciplina da Cientologia.
Existem vários atores e atrizes que se ingressaram nessa religião, entre eles Tom Cruise, que dizem as más linguas ficou meio doidão após ser aceito nessa igreja.
Na Wikipedia ainda tem essa descrição da seita.
Os dogmas centrais da seita são baseados na crença de que uma pessoa é um ser espiritual imortal (referido como "thetan"), dotado de mente e corpo, ambos basicamente bons, que buscam a sobrevivência. A Cientologia assegura que a sobrevivência do homem depende de si mesmo, de outras pessoas e da sua interacção com a comunidade cósmica. Uma pessoa tem as suas limitações autodidactas, e seus actos nocivos podem ser atribuídos em parte a uma porção inconsciente da sua mente, chamada "mente reactiva" ou "barreira". Esta porção da mente, acredita-se, é utilizada para guardar eventos passados guardados no inconsciente, traumas físicos e emocionais, os quais podem ser reactivados por ocasião de stresses. A porção consciente da mente humana é referida como "mente analítica".
A prática principal da Cientologia e da Dianética é uma actividade conhecida como "audição" ou "audioria" (do inglês auditing), que procura levar um adepto a um estado de clareza, numa liberalidade das influências da mente reactiva. A prática é executada por um conselheiro chamado "ouvidor", que dirige uma série de perguntas ao interessado para entender e gravar as suas responsabilidades e conhecimentos adquiridos. O objetivo é capacitar o interessado a restabelecer o controle volitivo e de percepção do material previamente guardados na sua mente reactiva. A forma inicial do processo Dianético, ainda praticado hoje, envolve um cenário reminiscente da psicanálise freudiana, com o analisado deitado, recostado num sofá e num estado reflectivo chamado "devaneio dianético" enquanto o analista, sentado próximo, numa cadeira, toma notas, propondo perguntas e respostas sobre as declarações do analisado e um número "indicativo" fisiológico. Algumas formas avançadas de auditoria empregam um dispositivo chamado Eletropsicômetro de Hubbard ("E-Meter"). Esse dispositivo mede as trocas na resistência elétrica da pele do analisado, fazendo passar 1/2 volt através um par de tubos de chapa de zinco cheio de uma solução química, apoiados na pele para medir as ondas e gravá-las, enquanto se ouve o analisado. Estas trocas pequenas na resistência eléctrica, conhecida como resposta galvânica, são similares àquelas obtidas pelo polígrafo. Máquinas análogas são aceites por adeptos da igreja por serem mais seguras e sensíveis ao estado mental do analisado do que o fisiológico "Indica" da recente Dianética.
Outras atividades das igrejas da Cientologia são cultos aos domingos, aulas formais, batismos, casamentos e cerimônias religiosas. Também procuram e visitam um número básico de comunidades para actividades caritativas, como fornecimento de comida, combate ao uso de drogas e ao analfabetismo. A Cientologia alega que desde o início teve as suas crenças e práticas compatíveis com outras religiões. Alega também gozar de boas relações e reconhecimento com os cristãos, budistas e outras, por décadas, antes de ser formalmente reconhecida e isenta de taxas como organização religiosa e de caridade pelo governo dos EUA, em 1993, após uma longa batalha legal. Supostamente foi reconhecida, em 1994, pelo conselho dos Budistas Shinto (Yu-itsu-shinto) com sede no Japão, não só estendendo o reconhecimento oficial da Cientologia, mas tomando a si a tarefa de treinar inúmeros monges nas crenças e práticas adjuntas às meditações e orações. No entanto esta afirmação (como muitas das anteriores) tem credibilidade duvidosa e não foi confirmada até o momento por fontes externas à Cientologia. Seria supostamente uma ocorrência da tradição de algumas religiões orientais de assimilação ou adopção de elementos de outras crenças que se não contradigam directamente com os seus princípios. Alega-se que isto ocorreria devido à reflexão do facto de Hubbard reconhecer a força oriental e especificamente a influencia Budista na formação da sua própria filosofia.
Críticos da Cientologia apontam para a falta de base científica para o E-meter e outras práticas.Numa interessante, se bem que pouco, resposta contraditória, a igreja clama que a Cientologia é uma religião e não ciência não dando suporte a pesquisas científicas e diz que da mesma forma que o polígrafo usa a condutividade electrica da pele para indicar se estão sendo agradáveis as questões e respostas, pode ser um instrumento que mede resposta galvânicas. Também nos serviços gratuitos aos domingos, em leituras e semelhantes, membros são convidados para dar aulas, exercícios, sessões de conselhos, média de doações fixas sem obrigações, em alguns casos de milhares de dólares. Geralmente as altas expectativas de doações são para as mais avançadas atividades de iniciação. Críticos dizem que é impróprio fixar doações para serviços religiosos e portanto a atividade não é religiosa.A igreja diz que quase todas as classes de exercícios e aconselhamentos podem também ser comercializados de forma agradável ou executados cooperativamente por estudantes, sem custos, e que os membros mais devotados de uma ordem eclesiástica necessitam de donativos, não para serviços e sim de facto para suporte de toda a igreja. Outras práticas tais como dispensar a fixação de donativos pela Igreja católica ou fixação de dízimos com outras denominações são levantadas como evidencia de uma antiquada tradição religiosa de fixar donativos. Em muitos países, como a Alemanha estes donativos tornaram-se obrigatórios por acção do governo, como um imposto.
Críticos frequentemente atacam a organização chamada de "Igreja da Cientologia", acusando-a de "lavagem cerebral" e outras tácticas para influenciar membros para doar grandes quantidades de dinheiro em cultos práticos padronizados.Membros negam que este seja o caso e inúmeros líderes da comunidade psicológica publicaram trabalhos defendendo fortemente a validade da "lavagem cerebral" afirmado pelos relatos chamando-os de "cultos".
Enquanto os rumores de que Hubbard apostara com Robert A. Heinlein que ele iria criar uma religião seja certamente falso, outros reinvidicam que tinham conhecimento que durante 1949 Hubbard passou para outras pessoas as intruções que iniciariam um bom caminho para ganhar dinheiro. Escritor e editor Lloid Arthur Eshbach, por exemplo, refere-se a Hubbard dizendo "Vou criar uma religião. É o que dá dinheiro". O escritor Theodore Sturgeon refere que Hubbard fez similar afirmação na Sociedade de Ciência da Fantasia Los Angeles. A Igreja de Cientologia negava estas declarações e suplicara ao editor para negá-las. Membros diziam que a verdade ou a falsidade de tais alegações eram irrelevantes e asseguravam que na igreja encontrariam suas necessidades espirituais.
Muita gente acha que essa religião é o futuro... que loucura. Droid 2001

2 comentários:
Já tinha ouvido falar sobre isso, mas não tinha lido nada ainda. Ciência ou religião, não sei, serve como mais um braço de novas teorias...
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